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sexta-feira, 11 de março de 2011

A triste Partida.




Partir não é bom, mas se faz necessário quando é chegada a hora. Eu particularmente não gosto de partidas. Nunca gostei e acho que não vou chegar a gostar nunca. Com o tempo – o pior – é que nos adaptamos a elas, e é isso que eu não gosto, me adaptar as coisas ruins. Coisas que me machucam, me deixam triste. Mas como não há nada que possa mudar tal situação a solução é seguir. Todos nós temos nossa rota, temos nossos caminhos, por mais que seguir signifique, mudar, perder, também significará crescer, conquistar e ser você mesmo. Enfim, tudo é um ponto de vista, mas nesse caso, às vezes a vista fica com astigmatismo.

Hoje, Acenos.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

E depois de tudo... o fim.


Não consigo esquecer a 1º vez que nos vimos. Foi tudo tão diferente, Não imaginei que chegaríamos “tão longe”. Na verdade, desde o princípio eu esperei isso, mas não achei que fosse haver reciprocidade. Aquele sorriso, aquele beijo, foi tudo tão viciante, que pareceu morfina entrando em contato com meu sangue. Agora que estou viciado, me vejo obrigado a deixar a morfina sair do meu sangue, me vejo obrigado a deixar esse vício. Eu sei o quão difícil será, mas sei também que não há outra opção. Eu nunca tinha sentido isso antes, essa aflição, angústia de quem ama ou chegou perto de amar. Esse medo – ou melhor – certeza de que vou perder você me assola de um jeito que nunca imaginei. Saber que não importa o que eu faça para mudar tal situação me atormenta. Eu sei que é inevitável, e por isso, pôr um fim definitivo me petrificou* por certo tempo. Hoje sinto como se eu estivesse em uma clínica, onde todos ao meu redor me fazem  esquecer o efeito que essa morfina chamada “amor” me causou.

PS: *Petrificar foi o nome dado a um feitiço em Harry Potter que paralisa por certo tempo os enfeitiçados.


Hoje, mais que nunca um aceno.

Despedidas.



Não gosto de despedidas. Despedidas é um Adeus e não um até logo, piores são aquelas em que você sabe que esta pode ser/ é a última vez que você está vendo a pessoa. Odeio criar vínculos com as pessoas e depois ter que desfazê-los, principalmente quando este vínculo está me fazendo muito, muito bem mesmo. Não sei o porquê de algumas coisas acontecerem, não sei o porquê de algumas pessoas terem que ficar transitando entre a chegada e a partida, eu não sei nem o porquê de existir partida. O mais absurdo de tudo é que não há nada para mudar essa situação. A vida/ O destino é bem egoísta, não? Fica levando as pessoas a todo o momento, sem se preocupar com os sentimentos alheios, sem se preocupar se isso deixará as pessoas mais felizes ou mais tristes. A vida é assim... Imprevisível e cheia de despedidas, por isso – muitas vezes – sinto repulsa.


Hoje, um aceno.