sexta-feira, 3 de junho de 2011

O Amor...







Eu sempre disse que seria mais feliz sozinha. Eu teria meu trabalho, meus amigos. Mas ter mais alguém na sua vida o tempo todo? É mais trabalho do que vale a pena. Aparentemente, eu superei isso. 

Tem uma razão para eu dizer que seria mais feliz sozinha. Não foi porque eu pensei que seria mais feliz sozinha. Foi porque eu pensei que se eu amasse alguém... e depois acabasse... eu talvez não sobrevivesse. É mais fácil ficar sozinho. Porque, e se você descobrir que precisa de amor? E depois você não o tem. E você gostar? E depender dele? E se você modelar a sua vida em torno dele? E então... ele acaba. Você consegue sobreviver a esse tipo de dor? Perder um amor é como um órgão danificado. É como morrer. A única diferença é a que morte termina. Isso, pode continuar pra sempre.





Hoje, um aceno, um afago.


                                                                                                                     (Grey's Anatomy)

domingo, 29 de maio de 2011

São Tantos os porque.



Eu tenho tentado acreditar que tudo vai passar, que tudo vai ficar bem, que isto – mais uma vez – é só uma fase. Preciso acreditar nisto. O problema é que fases, como o nome já diz, é apenas momentânea, vem, mas logo vai embora. Porém o que acontece comigo, não quer ir embora.  Tenho me perguntado o porquê de ser assim. Por que coisas que queremos são tão difíceis de se ter. Por que buscamos sempre o mais difícil? É pela dificuldade ou pelo masoquismo? 
Outra pergunta que tenho me feito muito é: O amor recíproco existe mesmo? Se existe, podem me apresentar, por favor? Gostaria de conhecê-lo.


Hoje, um aceno.

domingo, 15 de maio de 2011


No wikipédia a definição para apagador é muito clara: Apagador é um artefato utilizado para apagar quadros escolares. A parte macia do apagador fica suja e desgastada com o uso, perdendo sua funcionalidade. Por isto, deve ser limpa periodicamente, e trocada quando tiver perdido a maciez. Se formos fazer uma analogia perceberemos que assim também são nossas dores, precisamos trocá-las periodicamente, principalmente quando perdem a maciez. O problema é que ao contrário dos quadros escolares, nós não temos apaga-dores, nós não conseguimos simplesmente apagar nossas dores quando não são mais macias, quando não mais estão limpas. A nossa dor ao ficar desgastada com o tempo, não perde a funcionalidade, ela ganha, ela fica mais forte, resistente. Outra questão a ser colocada em pauta, é que quando o apagador é velho, apenas joga-o fora e está tudo certo, mas e a dor? Podemos jogá-la fora? O apagador quando jogado fora, ele vai com todas as suas marcas de desgaste, mas a dor quando vai embora, não leva nenhuma marca, a marca fica, a qual denominaremos de cicatriz. E, meus caros, as cicatrizes são marcas de batalhas, não importa quantas ou o tamanho delas, o que importa é o ideal pelo qual foi feita.

Hoje, afagos para keyla, incentivadora e idealizadora do tema, a partir do apagador.  A Laris F., que me orientou a pôr algumas ideias em prática. E ao Jaull que me ajudou na imagem x texto.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Nem tudo é o que parece ser.


Dizem que as pessoas que não tem sorte no amor tem sorte no jogo. Eu tenho passado a minha vida toda tentando acreditar nisto. Esperando a hora em que eu ganharei no jogo, ou encontrarei o amor. Eis que me deparo com uma verdade: Quem não tem sorte no jogo ou no amor, não tem sorte em mais nada. Sempre me destaquei no meu círculo de amizade por ser o mais forte, o que alegra todos, que é espontâneo e feliz. Sempre fui o 1º a olhar para os meus amigos e dizer: A vida é bela, siga em frente, meu amigo.  Sempre me levantei das quedas que a vida me dá, porém as últimas quedas têm sido fortes e violentas, não consigo me levantar mais de nenhuma delas, quando consigo é com hematomas enormes. A vontade que tenho é de permanecer inerte ali no chão, depois de tanta queda. Continuo a sorrir para os meus amigos e continuo tentando ter um semblante alegre, mas eu estou só o pó por dentro. E se um dia eu acreditei que o tempo sara tudo, hoje tenho dúvidas.

Hoje, nem acenos, nem afagos.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Sonho Bom.




De onde vem esse anjo?
Com quem sonhei?
Quem mandou esse anjo?
Com quem sonhei? Diz pra mim...

De onde vem? Tão angelical...
É por isso que eu sonhei...   

(Gram)

E na noite passada, pude sentir o que é sonhar de verdade, me senti tão vivo. Vivi o que na vida real nunca vivi. Foi tão mágico, belo. Dizem que nossos sonhos são desejos da vida real, com certeza este foi. Dizem que o sonho pode virá realidade, será?

Hoje, alguns afagos.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Nota sobre minha volta.



É, estou em Garanhuns, sim será definitivo, digo, será por possivelmente 1 ano. Na vida temos que fazer escolhas, renúncias e etc. Tentamos escolher o melhor para nós, quando é possível, claro. No meu caso é possível escolher o melhor, é possível voltar e tentar fazer com que tudo dê mais certo. O custo x benefício é bem mais viável por aqui, então, prefiro passar 1 ano me dedicando ao vestibular e tentar em um lugar onde eu sei que são melhores as possibilidades de dá MUITO certo. Antes de cada amiguinho ou coleguinha pensar em me julgar, por favor, se coloque no meu lugar, não foi fácil tomar esse decisão, mas acredito que seja o melhor. Ah! o fato de eu ter - possivelmente - desistido do curso não quer dizer que eu não quero mais ou que eu sou fraco. Muitas coisas acumularam, muitas águas rolaram e com tudo junto e misturado, foi o melhor. Assim espero. Assim acredito.

Grato pelo apoio de todos, ressaltando o  de Juliet, Keyla, Jaiton, Camila, Yasmin, Thaís T., Enny, Mãe e Tio Reginaldo.Grato pela ajuda da Lari também.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Fruto proibido(?)


Por que gostamos tanto do fruto podre proibido? não importa quantos frutos dêem, procuramos sempre o podre proibido, e por quê? para saciar do "veneno" e depois sofrer com uma enorme dor de estômago ou com a consciência? Bem, não há estudos que comprovem o porque de gostarmos do que não presta, do que nos faz mal, talvez no fim, sejamos masoquistas, gostamos de comer do tal fruto podre proibido, para sentir o veneno adentrando o nosso ser. Mesmo que saibamos o quão faz mal. Enfim, em meio a teorias, a verdade, é que não há como saber o porquê, talvez sejamos masoquistas, ou seja uma questão de o fruto podre proibido realmente ser melhor (o que acredito que seja). O que sabe-se é que quanto mais se prova do fruto podre proibido mais nele fica viciado. Há cura?

Hoje, Afagos podres proibidos.